Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 09/09/2021
Na série “atípica” - disponibilizada na rede de streaming do Netflix - é retratado a vida de uma pessoa com autismo. Ao longo do trama, em um episódio é criado um debate sobre se é válido o esforço de adotar uma ação apenas para atender um único estudante. Fora das telas, é notório tal capaticismo evidenciado na sociedade contemporânea atual.
Primeiramente, torna-se evidente que tal capaticismo não é um problema atual no Brasil. Durante o século dezoito, pessoas com deficiência eram usados em “shows de aberrações” como entretenimento em circos. Dessa forma, é evidente que devido às suas raízes históricas tal problemática foi atrelada ao medo, preconceito e repulsa.
Ademais, segundo o filósofo francês Jean Paul Sartre a violência, seja qual for uma maneira que ela se manifesta, é uma derrota. Essa reflexão encontra força evidentemente pois o bullying sofrido por deficientes é uma violência verbal, categorizado infelizmente uma derrota, tendo em vista a perspectiva do pensamento. Dessa maneira, essa problemática urgente ser solucionada para que o combate ao capacitismo seja validado no país.
Sendo assim, devem ser cuidados para que o combate a problemática seja melhorada. Certamente, o Governo por meio do Ministério da Educação invista em construções de escolas adaptáveis para pessoas com deficiência mental e física, com psicólogos a disposição. Ademais, é necessária que o quarto poder - a mídia - crie campanhas engajadas, que mostrem a importância de respeitar todos e não descriminar por serem diferentes. Dessa maneira, será possível que tal premissa seja gradualmente minimizada no Brasil.