Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 23/09/2021

Conhecida com “cidadã”, por ter sido concebida no processo de redemocratização, a Constituição Federal foi promulgada em 1988 com a promessa de garantir os direitos de todos os brasileiros. No entanto, é notório que o artigo 5º, o qual garante a inviolabilidade de direito à igualdade, infelizmente é desrespeitado pela sociedade, pois os desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil ainda é uma problemática presente no País.

Primeiramente, é válido destacar que as políticas de inserção de deficientes na sociedade são demasiadamente utópicas. Segundo dados do Censo Escolar, apenas 26% das escolas públicas são vencidas às pessoas com deficiências. Nesse contexto, é evidente que os portadores de disfunções são excluídos, visto que as instituições não proporcionam as adequações necessárias. Logotipo, os enfermos são fortemente negligenciados.

Além disso, para o filósofo Jean-Paul Sartre, a violência - em qualquer manifestação - representa uma derrota para a sociedade. Nesse sentido, é possível perceber que a violência presente no capacitismo - seja ela física, verbal ou social - é decorrente da derrota dos governantes do país na promoção de medidas efetivas de inclusão social. Dessa forma, os deficientes permanecem à margem da sociedade, sem oportunidades de desenvolvimento do potencial acadêmico e profissional, de modo a fortalecer a ideia de incapacidade.

Dado o exposto, torna-se urgente a realização de uma parceria entre o Ministério da Educação e Instituições de Ensino, com o objetivo de promover a conscientização e inclusão social. Ademais, é imperativo que a mídia, importante formadora de opinião e principal veículo difusor de informações,