Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 24/09/2021
Em meio às novas questões da modernidade, o debate acerca dos desafios para o combate ao capacitismo no Brasil vem ganhando força. A falta de acessibilidade em escolas e também em hospitais, são desafios enfrentados por deficientes frequentemente. Dessa forma, ações colaborativas devem ser implementadas com o intuito de sanar os entraves.
Em primeiro plano, é lícito postular a falta de acessibilidade em escolas como um problema enfrentado por deficientes. Em um estudo realizado pela plataforma QEdu, feito a partir de dados do Censo Escolar 2016, concluiu-se que apenas 26% das escolas públicas são acessíveis a pessoas com deficiência. Por conseguinte disso, muitos alunos sofrem para acessar as escolas de forma adequada, o que causa um impacto direto em seus estudos. Frente a esse panorama, é necessário uma mudança de cenário em relação à situação.
Em segundo plano, destaca-se a falta de acessibilidade em hospitais como um empecilho que acarreta os deficientes. Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil há cerca de 45,6 milhões de brasileiros com mobilidade reduzida. Por isso, hospitais devem ser capacitados para receber de forma correta estes pacientes, porém o cenário é totalmente ao contrário. Muitos deficientes sofrem com escadas, falta de elevadores capacitados e muitos outros problemas. Nota-se, então, a necessidade de uma melhora para mitigar o problema.
Diante do exposto, faz-se a necessidade de enfrentar os desafios referentes ao combate ao capacitismo no Brasil. O Ministério da Educação, setor governamental responsável pela educação, deve melhorar a infraestrutura das escolas por meio de obras estruturais, a fim melhorar a qualidade dos prédio para um melhor acesso a educação para pessoas deficientes. Outrossim, o Ministério da Saúde, setor governamental responsável pela saúde, deve realizar manutenções nos hospitais por intermédio de reformas, a fim de melhorar sua acessibilidade.