Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 17/09/2021

Na obra “Brás Cubas”, a personagem Eugênia sofre desprezo do protagonista com uma passagem “Porque coxa, se bonita?”, O qual é a personificação da sociedade brasileira do século XIX. Analogamente a realidade, os portadores de diferentes tipos de limitações ou cognitivas encontradas com o capacitismo. Diante disso, tanto a inclusão social como o fim da discriminação são incluídos para dirimir esse obstáculo social.

Em primeira análise, a inclusão social é imprescindível para uma sociedade justa. Nesse análise, a eugenia, termo criado pelo francês Francis Galton, a qual sustenta a ideia de existir um “modelo ideal” de humano excluindo aqueles que não se encaixassem nesse padrão, entre esses os deficientes. Esse viés segregacionista foi justificativa para vários massacres e dominações ao longo da história da humanidade. Dessa forma, a inclusão social e o amparo social é um dos meios para um fim em alguns pensamentos preconceituosos que ainda permeiam uma sociedade, reflexo, ainda, da política etnocêntrica. Dessa maneira, é indubitável medidas para ação ao processo de inclusão.

Por conseguinte, o fim da discriminação, socialmente difícil, mas necessário para a luta anticapacitista. Sob essa ótica, o filósofo e economista inglês Jonh Locke metaforizava o homem nascia como uma folha em branco, ou seja, isento de preconceitos. Nesse sentido, a discriminação é ensinada, e por isso, pode ser combatida através da educação. É possível, desse modo, acabar com a discriminação, infelizmente, ainda latente na nação verde-amarela. Por isso, é válido ações para auxiliar nesse fim.

Infere-se, portanto, no exposto que o capacitismo é uma grande mazela da sociedade brasileira e deve ser encontrada.Para isso, o Governo Federal deve incentivar o ingresso das pessoas com deficiência nos espaços públicos tornando obrigatório a adequação dos espaços para o acesso. Como também, é imperioso que o Ministério da Cidadania deve promover palestras - nas plataformas oficiais - para conscientizar uma população tão prejudicial quanto à discriminação tanto para o indivíduo como para uma sociedade. Assim, o elitista de “Brás” terá fim e o Brasil será definitivamente um país para todos.