Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 22/09/2021
Segundo o filósofo Thomas Hobbes, ‘‘É dever do Estado garantir o bem-estar de todos os indivíduos em sociedade. Contudo, percebe-se a negligência Governamental perante a problemática do capacitismo enraizado na comunidade. Sabe-se, que os desafios encontrados para o combate à mazela são diversos, porém, a falta de informação do indivíduo e a os esteriótipos criados nas mídias sociais, destacam-se.
Primeiramente, é irrefutável dizer, que a desinformação sobre a questão do capacitismo ocorre, devido a forma irregular que o assunto é abordado nas escolas, com palestras em dias específicos realizadas por professores sem real conhecimento do tema. Nesse contexto, os deficientes são colocados na visão dos alunos, como ‘‘coitados’’ que precisam de cuidados especiais e merecem atenção redobrada. Assim, formando adultos com frases capacistas no seu vocabulário por puro desconhecimento ao achar que o deficiente é um ser incapaz de ter uma vida normal.
Em segundo instante, a forma que as pessoas com deficiêcias são retratadas nas mídias sociais contribuem para a formação de esteriótipos desses indivíduos. De acordo, com o relatório da fundação Rurdeman Family Fundations, em 2 anos, 50% dos deficientes em programas de televisão são retratados como pessoas deprimentes, ou seja, criando um rotúlo ultrapassado de que o deficiente é indesejado ou um ‘‘peso’’ para a família. Desse modo, nota-se que o Governo tem falhado com o conceito de Hobbes por não buscar modos de conscentizar a população de modo correto.
Dessa maneira, urge que medidas sejam aplicadas para atenuar a problemática. Portanto, o Ministério da Educação deverá fazer campanhas bimestrais sobre o modo de vida dos deficientes, com profissionais qualificados; além do que, a capanha não deve focar apenas nos estudantes, mas em todos da sociedade. Por outro lado, o Ministério da Justiça deve multar os programas de TV que retratam os deficientes de maneira errada.