Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 24/09/2021

O Artigo 5 da Constituição Federal garante a igualdade entre os indivíduos, sem distinções. Todavia, no Brasil, observa-se o capacitismo acentuado, que consiste na discriminação contra deficientes e portadores de determinadas doenças. Assim, é notório que a falta de inclusão das pessoas acometidas por enfermidades debilitantes acarreta no preconceito e na opressão das referidas.

Primeiramente, é válido destacar que as políticas de inserção de deficientes na sociedade são demasiadamente utópicas. Segundo dados do Censo Escolar, apenas 26% das escolas públicas são vencidas às pessoas com deficiências. Nesse contexto, é evidente que os portadores de disfunções são excluídos, visto que as instituições não proporcionam as adequações necessárias. Logo, os enfermos são fortemente negligenciados.

Outrossim, é fundamental saliente que os debilitados apresentam constantes preconceitos e julgamentos no mundo contemporâneo. Em vista disso, o filme “Extraordinário” aborda a vivência do protagonista, portador de uma deformação facial, no ambiente escolar, onde sofre bullying. Por conseguinte, infere-se que as intensas opressões prejudicam consideravelmente os desenvolvimentos sociais e psicológico dos deficientes. Em suma, a discriminação é um fator agravante à exclusão dos compostos.

Torna-se relevante, portanto, que medidas viáveis ​​devem ser retiradas para atenuar os impasses causados ​​pelo capacitismo. Dessa forma, é imperativo que a mídia, importante formadora de opinião e veículo difusor de informações principal, incentivo a igualdade e solidariedade aos deficientes, por meio de filmes e campanhas virtuais, objetivando a diminuição dos preconceitos. Ademais, cabe ao Ministério da Educação investir em melhorias na infraestrutura das instituições de ensino, a fim de incluir os portadores de deficiências. Somente assim, os direitos garantidos pelo Artigo 5 serão assegurados.