Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 30/09/2021
No livro “Romance com o duque” de Tessa Dare estramos em contato com Ransom um duque inglês uma vez muito requistidado, mas, por conta de um acidente vem a ficar cego, isso fez com que fosse excluido da sociedade inglêsa que o julgava incapaz e não fazia mais questão de solicita-lo. Como Ransom há pessoas no Brasil que veem a ser julgadas erroneamente como incapazes, inúteis ou até por inferiores, por conta de alguma deficencia com que nasceram ou, com que vinheram a ter ao longo dos anos, ressaltando assim a falta de informação e o mal entendimento geral da população sobre esse grupo.
Segundo o IBGE o Brasil possuí mais de 17 milhões de pessoas com deficiência no país, andemão à está grande quantidade de indivíduos não vemos tantos desses nos cercando em ambientes públicos, de trabalho ou nas escolas por exemplo. Por falta de acessibilidade geral essa comunidade se estabelece, como o anteriormente falado Ranson do romance de Tessa Dare, privandos de privilegios sociais e assim privando outras pessoas de entrarem mais em contato com esse grupo, que por meio dessa interação podiam não desenvolver um pré julgamento e quando encontrar pessoas com algum tipo de insulficiência no futuro.
Ademais a falta de inclusão na sociedade, há também uma exclussão nos meios mídiaticos. Desse forma pessoas com algum tipo de deficiência deixam de se idêntificar nas mídias, seja em filmes, séries propagandas e até mesmo redes sociais que, não disponibilizam na maioria das vezes um acesso mais inclusivo para estes. Contudo ainda há a falta dessa representatividade geral nesses meios, que mostra ao público esse grupo em situações cotidianas normalizando-os sem rebaixa-los e igualando eles ao todo, assim, também previnindo um preconceito capacitista dos espectadores, e assim gerando empatia mas sem inferioriza-los.
Em suma faz imprescincível que a mídia e o estado tenham um amplo papel para a luta contra o capacitismo. A mídia - intrumento de amplo alcance, se fassa acessível para deficiêntes e compartilhe mais com o público seu conteudo para que haja mais essa aceitação social. Paralelamente, cabe o estado conferir a de inclusão em todos os meios sociais possíveis, restaurantes, escolas e locais públicos e se póssivel a criação de leis para que isso se torne obrigatório, dar suporte à campanhas públicas e informativas sobre deficiências e capacitismo e como podemos evita-lo. Dessa forma os civís serão mais educados e o capacitismo não será mais uma realidade.