Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 30/09/2021
O artigo 5º da Constituição Federal garante igualdade entre as pessoas sem divisão. Porém, no Brasil, destaca-se o capacitismo, que inclui a discriminação contra pessoas com deficiência e pessoas com determinadas doenças. Portanto, é notório que a não inclusão de pessoas acometidas por doenças debilitantes pode gerar preconceito e opressão. Em primeiro lugar, é importante destacar que a política de integração da pessoa com deficiência na sociedade é utópica demais. Poucas escolas públicas hoje têm capacidade de acolher pessoas com deficiência. Nesse caso, pessoas aparentemente disfuncionais foram excluídas porque as instituições de ensino não forneceram os ajustes necessários. Portanto, o paciente é seriamente negligenciado.
Além disso, deve-se enfatizar que os enfermos estão constantemente sujeitos a preconceitos e julgamentos no mundo contemporâneo. Diante disso, o filme “Extraordinário” conta a experiência do protagonista com deformação facial que sofre preconceito no ambiente escolar. Em vista disso, pode-se concluir que a forte opressão traz grandes prejuízos ao desenvolvimento social e psicológico da pessoa com deficiência. Em resumo, a discriminação é um agravante na vida dos citados.
Portanto, é importante algumas medidas serem tomadas para aliviar o impasse causado pelo capacitismo. Sendo assim, a mídia como o meio principal de formação de opinião e ferramenta de divulgação de informações, deve estimular a igualdade e a solidariedade com os deficientes por meio de filmes e esportes virtuais para reduzir o preconceito. Além disso, o Ministério da Educação tem a responsabilidade de investir na melhoria da infraestrutura das escolas para a inclusão dos deficientes. Só assim os direitos garantidos no artigo 5º podem ser garantidos.