Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 30/09/2021

O filme “Extraordinário” conta a vida de Augie Pullman, menino com deformidade facial ao nascer, e os desafios que ele enfrentou no processo de inserção na sociedade, como os preconceitos de seus colegas de classe. Nessa perspectiva, é compreensível a importância da inclusão das pessoas com deficiência, mas, no Brasil, essa ideia ainda parece não ser compreendida, pois a capacidade tornou-se o principal obstáculo a ser superado. Isso porque o descaso do país e a forte influência de estereótipos são propícios ao agravamento desse problema.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a falta de cuidado do governo no sentido de promover uma melhor qualidade de vida às pessoas com deficiência faz com que esse grupo esteja há muito tempo excluído. De acordo com o filósofo americano John Rawls, o Estado precisa oferecer justiça no acesso a commodities básicas, como liquidez e segurança. No entanto, essa ação não tem sido realizada na sociedade brasileira, pois os direitos de muitas pessoas com necessidades especiais são restritos devido à falta de recursos básicos, como rampas para cadeirantes. Portanto, pode-se entender que essa situação é prejudicial, pois contribui para o ganho sustentado de energia.

Além disso, é necessário observar o impacto dos estereótipos relacionados ao cotidiano das pessoas com deficiência na manutenção da discriminação. Isso ocorre porque faltam informações demográficas sobre as formas de integração das pessoas com deficiência na sociedade, dificultando o enfrentamento das melhorias de capacidade. Prova disso é o saber popular, que relaciona as deformidades às doenças que incapacitam os indivíduos. Portanto, deve-se enfatizar que esse pensamento conservador apenas reflete o desrespeito às pessoas com necessidades especiais.

Portanto, a relevância de reprimir a capacitação no Brasil é óbvia. Portanto, a Assembleia Nacional deve promulgar leis que garantam que o país invista mais em elementos que promovam a integração das pessoas com deficiência, como a construção de pontos sem barreiras para pessoas com necessidades especiais, e incorporando esta ideia nas diretrizes do orçamento nacional, visando para expandir este grupo Inclusão social. Além disso, o Ministério da Educação pode realizar a aplicação de cursos pedagógicos com a participação de pessoas com deficiência, que desconstroem estereótipos relacionados às deformidades de forma a evitar situações semelhantes aos preconceitos vividos por Augie.