Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 08/10/2021

Segundo o artigo 1º da Declaração dos Direitos Humanos, todos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Entretanto, essa não é uma realidade brasileira para os deficientes, visto que eles sofrem constantemente com o capacitismo e com os desafios para combatê-lo, tanto pela falta de oportunidades igualitárias, como também pela falta de interesse político em resolver tal assunto. Cabe-se, então, alcançar medidas efetivas de combate a essa triste realidade.

Em primeiro lugar, o preconceito da sociedade em relação aos deficientes faz com que eles sejam vistos como incapazes, consequentemente não são dadas oportunidades igualitárias, seja no trabalho ou em qualquer lugar. Nesse contexto, dados do IBGE mostram que no Brasil apenas 28% dos portadores de deficiência trabalham. Assim, fica evidente a necessidade dar mais meios para eles mostraram que são tão capazes quanto uma pessoa considerada “normal”. Dessa forma, espera-se resolver o capacitismo.

Ademais, é nítido a falta de de interesse político em resolver essa problemática, pois pouco se fala sobre isso nas escolas e em outros meios sociais. Nesse sentido, o filme “Extraordinário” mostra o personagem principal sofrendo bullying por causa da sua condição facial causada pela Síndrome de Teacher Collins. Fora da ficção, infelizmente, esse cenário é comum, porque o governo brasileiro não propõe caminhos para conscientizar a população de que todos merecem respeito e que o capacitismo deve acabar.

Portanto, para enfrentar os desafios no combate ao capacitismo, o Governo Federal, responsável pelo bem da nação, deve investir em campanhas. Isso deve ser feito por meio de mais verbas direcionadas a isso, a fim de incentivar a contratação de pessoas deficientes para cargos de trabalho, além de propor mais palestras acerca das diferenças pessoais nas escolas e em outros meios. Assim, espera-se que o Brasil siga o Artigo 1º.