Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 30/10/2021

Franklin Delano Roosevelt foi um dos mais notórios presidentes do Estados Unidos, mas poucos sabem que ele foi, também, o único presidente americano potador de deficiência. Ainda, é evidente que sua deficiência não influênciou a qualidade de seu governo e mesmo assim foi acorbetada ao máximo por ser vista como algo negativo. Desse modo, percebe-se o preconceito contra deficientes, chamado de capacitismo, é um problema presente em todo o mundo inclusive no Brasil. Nesse sentido, tanto o preconceito quanto a ignorância sobre o assunto representam desafios para vencer o capacitismo.

No contexto presente, é evidente que o preconceito contra deficientes se perpetuou por toda história e persiste na atualidade. Para exeplificar, na antiga Grécia, pricipalmente em Esparta, era comum a prática do infanticídio quando era identificada alguma deficiência no bebê, pois para eles a criança não poderia realizar qualquer função no futuro. Dessa maneira, é notório que a ideia errada de que alguém com fisionomia diferente é incapaz, continua presente no Brasil contemporânio por causa da falta de conhecimento das pessoas sobre as deficiências. Assim, para que o capacitismo seja combatido no Brasil, os preconceitos precisam ser derrubados por meio da educação dos brasileiros.

Ademais, a exclusão dessa pauta das discursões populares afasta os indivíduos deficientes e nutre a desinformação sobre as deficências. Similarmente, na animação japonesa “A voz do silêncio”, uma menina surda sofre bullying na escola, pois os outros alunos não foram previamente ensinados sobre as diferenças e como deveriam aceitá-las e acabam repudiando o que é diferente deles. Inegavelmente, é preciso ensinar desde a infância que a deficiência é apenas uma das características de uma pessoa e que não a torna inferior ou superior a ninguém. Portanto, o capacitismo deve ser descutido de maneira ampla para que as pessoas sejam alertadas sobre esse problema e possam corrigir suas atitudes preconceituosas e ajudar a combater essa questão.

Em suma, para que, no Brasil, as pessoas que portam alguma deficiência não sintam a necessidade de escondê-la como o antigo presidente americano Roosevelt é necessário eliminar os preconceitos presentes na sociedade brasileira. Logo, faz-se vital uma ação conjunta do Ministério da Educação e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos - órgãos do Executivo Federal brasileiro - que ensine sobre o mal do capacitismo e como acabar com ele. Sendo assim, a ação educativa deve ser feita através de aulas obrigátorias para os alunos e palestras abertas a todos que abordem as deficiências, retirando qualquer ideia errônia sobre elas e, além disso, fale soobre a importância da inclusão e como torná-la real. Então, visando erradicar o capacitismo no Brasil, consequêntemente, melhorando a vida de muitos brasileiros portadores de deficiências.