Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 15/10/2021
Na obra “O Príncipe”, do filósofo Nicolau Maquiavel, é postulado a ideia de que os governantes devem agir de modo a garantir o bem universal. Entretanto, ao analisar na conjuntura brasileira, constata-se uma realidade distinta da premissa supracitada, pois o governo é negligente quanto aos desafios para o combate ao capacitismo que ainda se faz presente na sociedade brasileira. Isso se dá, principalmente, pela inexistência desse assunto nas redes de comunicações atuais e pela ausência de ações estatais para o combate ao problema.
A princípio, vale ressaltar que a falta de importância que esse caso tem para a sociedade é um dos fatores que causam o crescimento de tal temática. Nesse sentido, segundo o filósofo Confúcio, não corrigir as falhas feitas é o mesmo que cometer novos erros. Sob essa visão, é possível afirmar que se encontra uma falha no sistema brasileiro, por não inserir projetos sociais nas comunidades em emissoras de televisão, rádios e revistas, e mostrar que esse tópico é importante tanto para a população quanto ao grupo social que ainda sofre com essa adversidade, por isso, deve – se ser debatido.
Outrossim, é necessário apresentar que a ausência de ações vindas do Estado é um problema bastante relevante para tal tema. De acordo com o escritor Oscar Wilde, o Estado deve fazer o que é útil para o bem da sociedade. Em vista de tal citação, fica evidente que o Estado não cumpre com o seu papel, visto que a carência de investimentos na educação e na infraestrutura das instituições responsáveis, como um veículo de melhorias para esse transtorno, faz com que esse fator cresça cada vez mais e estes impedimentos acabam por atravancar tal estorvo, então, é necessário tomar as providências cabíveis.
Portanto, medidas devem ser tomadas para combater o impasse do capacitismo no Brasil . Logo, é preciso que o Estado, em conjunto com o Ministério da Comunicação, insira na sociedade rodas de debates e campanhas publicitárias televisivas para a população, por meio de projetos públicos, já que propagandas e palestras educativas podem mostrar as realidades vividas e conscientizar os habitantes de que esse problema precisa ter mais importância. Desse modo, haverá uma melhoria no problema de modo coletivo e não apenas para uma parte da população, e a ideia que é retratada no cenário de “O Príncipe” irá se reproduzir na realidade brasileira.