Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 20/10/2021
Na Grécia antiga, especificamente em Esparta, ocorriam analíses físicas em recém nascidos, em que aqueles que possuíam limitações físicas eram levados para o “Apothetai”,um abismo de onde as crianças eram jogadas. Analogamente, é similar a condição de alguns índividuos brasileiros, já que o capacitismo ainda se faz rotineiro no Brasil, possuindo alguns desafios para o seu combate, como: O sistema educacional falho e a negligência estatal.
Em primeira análise, é imprescendível a análise da escassez de uma educação adequada como impulsionador. Em suma, Paulo Freire já preconizou que a educação não transforma a sociedade por si só, mas tampouco muda sem ela. Assim, a inexistência de um investimento educacional nas instituições públicas e privadas,com o intuito de instruir a população sobre os estigmas do preconceito perantes aos deficientes, causa uma ignorância sobre o assunto, tendo como consequinte uma exclusão social, na qual a população não muda sem ter o real conhecimento sobre o problema.
Em segunda análise, é necessário citar a indigência governamental.De acordo com Oscar Wilde, a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de uma nação. Conclusivamente, o desgosto com a falta de cuidados do governo perante às necessidades dos portadores de deficiências é o ínicio de uma exigência de inclusão. Por outras palavras, a falta de suporte , demonstrando-se pela pequena quantidade de rampas de deficiência, falta da incorporação do alfabeto de libras em postos públicos,a dificuldade ao acesso do transporte público etc, auxília no crescimento deste preconceito.
Portanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos, juntamento ao Ministério da educação, promoverem politicas públicas, por meio de palestras e seminários, com o intuito de conscientizar as pessoas sobre as diversos tipos de deficiências, a fim de diminuir o capacitismo. Ademais, instigando um maior investimento governamental em infraestutura auxiliadora dos deficientes.