Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 18/11/2021

A Constituição Federal garante a igualdade entre os obrigações, sem distinções. Entretanto, no Brasil, observa-se o capacitismo acentuado, que consiste na discriminação contra deficientes e portadores de doenças. Dessa forma, é notório que a falta de inclusão das pessoas acometidas por enfermidades debilitantes acarreta no preconceito e na opressão das pessoas.

Em primeira análise, é válido destacar que as políticas de inserção de deficientes na sociedade são demasiadamente utópicas. De acordo com dados do Censo Escolar, somente 26% das escolas públicas são vencidas às pessoas com deficiências. Nesse contexto, é evidente que os portadores de disfunções são excluídos, visto que as instituições não proporcionam as adequações necessárias. Logo, os enfermos são fortemente negligenciados.

Outrossim, é fundamental salientar que os debilitados sofrem constantes preconceitos e julgamentos no mundo contemporâneo. Em vista disso, o filme “Extraordinário” aborda a vivência do protagonista, portador de uma deformação facial, no ambiente escolar, onde sofre bullying. Por conseguinte, infere-se que as intensas opressões prejudicam consideravelmente os desenvolvimentos sociais e psicológico dos deficientes. Com isso, a discriminação é um fator agravante à exclusão dos referidos.

Em suma relevante, que medidas viáveis devem ser tomadas para atenuar os impasses causados pelo capacitismo. Desse modo, é imperativo que a mídia, incentive a igualdade e a solidariedade aos deficientes, através de filmes e campanhas virtuais, objetivando a diminuição dos preconceitos. Somente assim, os direitos garantidos pelo Artigo 5 serão assegurados.