Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 19/11/2021

Para São Tomás de Aquino, todas as pessoas devem ser tratadas com a mesma importância. No entanto, o capacitismo contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, padecentes da negligência estatal e da lenta mudança de mentalidade social, portadores de deficiências são tratados de modo desigual no Brasil.

Tal conjuntura se deve ao fato de não haver inclusão suficiente às pessoas com má-formação. Sobretudo, para que todas as pessoas tenham, de fato, a chance de se incluir na sociedade, a Constituição Federal de 1988 alega que, por direito, os indivíduos com necessidades especiais devem receber educação, preferencialmente, na rede regular de ensino. Entretanto o governo aprovou um decreto que prevê a intauração de intituições para pessoas especiais, logo a incapacitação das escolas normais fará com que aqueles que possuem particularidades únicas, seja direcionado para outra instituição, potencializando a exclusão.

Consequentemente, com o agravamento do pensamento coletivo de que a deficiência é algo que precisa de conserto, há uma piora no desenvolvimento social do país. Afinal, no instante em que a Revolução Industrial rotulou o valor de cada um a partir quanto pudesse produzir em menos tempo, os que tinham alguma dificuldade foram fragilizados. Infelizmente, esse fato perdura, ainda na contemporaneidade, através do capacitismo.

Portanto, medidas são necessárias para a resolução do impasse. Logo, o Governo deve melhorar o sistema escolar por meio de ações imprescindíveis para a adaptação de públicos diversificados de modo a garantir acessibilidade a todos. Ainda mais, o Ministério da Educação deve propor a conscientização referente à condição física por meio de palestras em colégios, de modo a evidenciar que o ser humano padece dos mesmos direitos e obrigações. Dessa forma garantir a iguladade e melhora no convívio dessas pessoas na sociedade.