Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 27/09/2022
No filme de produção brasileira “Hoje eu quero voltar sozinho” apresenta ao público a vida do Leonardo, que tem deficiência visual e está em busca da sua independência. Ao decorrer do obra é exposto como as pessoas ao seu redor dúvidam da sua capacidade de realizar ações simples, além das dificuldades que ele sente em fazer algumas coisas por não ser acessível a ele. Mesmo sendo um filme, retrata muito bem a experiência de deficientes que sofrem diariamente com o capacitismo no Brasil, pela má informação enraizada na sociedade e a falta de investimentos na acessibilidade necessária nas cidades.
A falsas informações geradas desde a idade média sobre as pessoas com deficiência ser incapazes de ter uma vida normal, ainda são temas de debates no século XXI, onde a sociedade até então questiona se essas pessoas tem competência de estar em um trabalho, alegando que estão atrapalhando o serviço, ou andar sozinho na rua, visto que quando estão andando acompanhados nunca são abordados, mesmo que o assunto seja referente a eles. Essas atitudes provoca um desconforto nos Pcds, que se sentem incapazes de fazer as coisas por serem sempre rebaixados pela comunidade onde vivem.
De acordo com o artigo 5 da constituição Federal de 1988, onde todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, os portadores de deficiência não deveriam ter dificuldades de andar na rua ou fazer qualquer outra atividade em sua cidade, já que, a partir da lei citada acima, o governo deve fazer com que seja possível a circulação sem dificuldades dos Pcds nas ruas e ambiente. Contudo, isso não é feito, causando obstáculos e desconforto para os pessoas que tem deficiência motora, sendo então, uma negligência governamental.
Diante de tais questões, é dever do Governo promover informações verídicas sobre o assunto, por meio das escolas e mídias digitais, além de criar projetos de acessibilidade das ruas e estabelecimentos, para que só assim, as pessoas com deficiência não tenham que passar por dificuldades e não sofram com o capacitismo produzido pela sociedade.