Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 03/10/2022

No livro “o extraordinário” é retatado à vida de uma criança que sofre com uma síndrome rara e enfrenta muitas dificuldades e preconceitos na vida. De maneira análoga, é evidente que esse é um problema visível na atualidade e deve ser combatido. Então, a pouca abordagem do assunto nas escolas e a falta de políticas públicas de inclusão agravam essa situação.

Desse modo, fica claro que o desconhecimento gerado devido à pouca abordagem nas escolas colabora com o problema. De acordo com Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. Dessa maneira, a inclusão social precisa ser abordada desde o ensino fundamental até o superior, para combater a desinformação que gera preconceitos contra pessoas com deficiência e acaba por “marginalizar” esses indivíduos que são deixados a mercê pela população, com falta de oportunidades no mercado de trabalho e na vida em sociedade.

Assim como, a pouca representatividade nas políticas públicas contribuem para o problema. Como citou o filósofo Aristóteles, “a função do Estado é representar todos os cidadões”. Porém, na prática não é o que acontece, visto que não há representatividade das populações mais excluídas, como por exemplo, pessoas com deficiência, que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), já somam mais de 17 milhões de brasileiros. No entanto, há poucas leis que garantem o acesso à educação de qualidade e à emprego para essa parcela da população, ocasionando no processo conhecido como “exclusão social”.

Diante dos fatos apresentados, fica claro que a falta de discussões sobre inclusão nas escolas e a negligência governamental agravam essa situação. Então, as escolas em parceria com ONGs devem criar eventos, palestras e feiras que debatam sobre a inclusão social e a importância de inserir essa parcela da população, através de financiamento de doações individuais, com objetivo de desfazer preconceitos gerados pela falta de informação. Dessa forma o país poderia superar o problema do capacitismo no Brasil.