Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 10/10/2022

O filósofo Raimundo de Teixeiras, em 1889, adaptou o lema “Ordem e Progresso” não só para a Bandeira Nacional Brasileira, mas também para toda a nação que, atualmente, enfrenta inúmeros empecilhos para o seu desenvolvimento. Nessa perspectiva, entre eles, destacam-se os desafios para combater o capacitismo no Brasil. Dessa forma, essa realidade deve-se à negligência governamental e a ausência de uma abordagem nas escolas.

Diante desse cenário, o filósofo Hegel diz que o Estado deve proteger seus filhos, entretanto, hodiernamente, há uma negligência governamental acerca do combate ao capacitismo. Sob esse viés, mais de 60% dos brasileiros não sabem o significado de capacitismo, segundo o jornal The News. Dessa maneira, tal dado supracitado advém de um descaso estatal em dispor campanhas conscientizadoras, auxiliando, assim, o desdobramento de ações preconceituosas com essa parcela da sociedade. Portanto, é preciso sanar essa desinformação no país.

Outrossim, é notório que a ausência de uma formação escolar a respeito do capacitismo e suas consequências cooperam para o crescente entrave. Nessa conjuntura, o professor Paulo Freire diz que a escola também deve preparar o indivíduo para um bom convívio social, todavia, tal preceito não se efetiva, visto que 91% dos casos de capacitismo acontecem no ambiente escolar, consoante o site O Globo. Diante do exposto, fica evidente que é preciso combater esse desdém nas instituições de ensino.

Destarte, medidas são necessárias para mitigar tal problemática. Logo, o governo deve promover campanhas conscientizadoras, por meio das mídias —TV e redes sociais —, de modo a propagar aos cidadãos o respeito e o cuidado com pessoas deficientes. Ademais, as escolas devem promover palestras — com profissionais da área — sobre como viver em harmonia e gentileza com essa parcela heterogênea da sociedade, para, assim, o Brasil alcançar um desenvolvimento pleno do país e da população.