Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 22/10/2022
A Constituição Federal promulgada em 1988 assegura que todos são iguais perante a lei. No entanto, esse direito não é garantido para as pessoas com deficiência, visto que há desafios? para o combate ao capacitismo no Brasil. Esse revés é ocasionado pela negligência do Estado e pelo o preconceito da sociedade.
Nesse contexto, cabe destacar que a negligência do Estado coopera com o problema. Nesse viés, é pertinente trazer o pensamento da filósofa Hanna Arendt : “A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direito”. Todavia, o governo é contrário a esse pensamento, uma vez que não prioriza o investimento em campanhas de conscientização que mostrem para a sociedade que o capacitismo é crime e que essas pessoas devem ser tratadas com respeito, por consequência não são asseguradas dos seus direitos previsto na Constituição. Por isso é fundamental o debate sobre o tema.
Ademais, o preconceito da sociedade contribui com o empecilho. Para a escritora Maya Angelou, “O preconceito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futuro e torna o presente inacessível”. Desse modo, o preconceito da sociedade gera discriminação e julgamento, taxando as pessoas com deficiência como incapazes e inferiores, logo as oportunidades de emprego serão poucas pois são excluídos do convívio social. Por essa razão o presente e futuro sem o capacitismo se tornam uma utopia.
Portanto, para que os desafios no combate ao capacitismo no Brasil deixe de ser uma problemática. O Ministério Público, órgão responsável pela defesa dos direitos sociais, em parceria com a sociedade, deverá debater sobre o tema , por meio de campanhas informativas e debates em espaços públicos, como praças e escolas, com a finalidade de que o preconceito deixe de estar presente. Mediantes a essas ações concretas, a essência dos Direitos Humanos que Hanan Arendt defende será assegurada.