Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 09/04/2023
Na pólis de Esparta na Grécia Antiga, os bebês fisicamente “defeituosos” eram jogados de morros para que morressem e a linhagem espartana se mantivesse pura. O mesmo não ocorre atualmente, porém as pessoas com deficiência continuam a sofrer de diversos outros modos, sendo a discriminação e o capacitismo alguns deles.
Mormente, é de suma importância afirmar que a sociedade em geral não têm morais de completo respeito assim como o livro “Utopia” do inglês Thomas More retrata. Devido a tal razão, alguns países, como o Brasil, tiveram que criar um Estatuto da Pessoa com Deficiência a fim de tornar a não discriminação - um direito humano concedido pela ONU- levado a sério. Dessa forma, percebe-se o fato dos indivíduos sem dificuldades físicas e mentais ainda terem um sentimento de exclusão para com os “defeituosos”.
Ademais, outra problemática que os cidadãos com alguma tipo de dificuldade enfrentam é o capacitismo, sentindo de incapacidade por causa de deficiência. Entretanto, ao longo da história humana, várias figuras provaram ao contrário tal preconceito citado, como por exemplo um dos maiores músicos e compositores , Mozart, tinha impedimentos físicos. Outra exemplificação seria o artista “Aleijadinho”, o qual contava com dificuldades motoras mas mesmo assim virou um dos maiores nomes do Barroco.
Em virtude do exposto, conclui-se que a discriminação e o capacitismo são visões errôneas e preconceituosas. Desse modo, a ONU - Organização das Nações Unidas a qual vida o bem-estar da população mundial - deve promover, junto com o Governo Federal, palestras conta a exclusão dos indivíduos com deficiências e realizadas em locais públicos e de alta circulação com o intuito de educar a sociedade sobre o respeito a todos e a não disseminar pensamentos que prejudicam a minoria em questão.