Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil
Enviada em 21/04/2023
No livro ’’ O cidadão de papel’’, de autoria do jornalista Gilberto Dimenstein, a denúncia da ineficácia de diversos mecanismos legais é feita, evidenciando uma cidadania aprente - metáfora utilizada pelo autor. Nesse sentido, pode-se relacionar tal premissa o que ocorre no Brasil com os desafios para o combate ao capacitsimo. Isso é causado pelo silenciamento da mídia e pelo ritmo de vida acelerado, fatos que perpetuam esse problema.
Em primeira análise, conforme o sociológo Pierre Bordieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Nesse viés, observa-se que a mídia não promove debates que elevem o nível de informação da população acerca do combate ao capacitismo no Brasil, o que, infelizmente, influencia no silenciamento midíatico, já que - em redes sociais e em programas de TV - não há debates. Por isso, muitas pessoas vivem em situações degradantes, por exemplo, os cidadãos que sofrem discriminação por possuir deficiências, o que gera um atraso no desenvolvimento social brasileiro.
Em segunda análise, de acordo com a jornalista Eliane Brum, no texto ‘‘Exaustos, correndo e dopados’’ a socidade encontra-se em um momento no qual precisa produzir o tempo todo, 24 horas, 7 dias por semana. Com isso, verifica-se que a sociedade por estar nesse ritmo de vida acelerado, não dá a devida importância ao combate ao capacitismo, já que não tem tempo para adptar meios para essas pessoas necessitadas, como, disponibilizar cursos em escolas para professores, que auxiliem no convivio com crianças com deficiencias de cognição, para que haja uma maior inclusão social.
Portanto, cabe ao Estado investir uma mior parte do PIB (Produto interno bruto) para que haja mais adptações em meios públicos, além de oferecer em escolas cursos obrigatórios para professores que terá como objetivo especializa-lós na convivencia com jovens com deficiencia mental ou cognitiva. Isso deve ser feito por meio de palestras educativas em escolas e universidades. Tal ação tem a finalidade de remediar não somente o silenciamento midíatico, mas também o ritmo de vida acelerado, e assim, finalmente, contrapor a cidadania aparente, denunciada por Gilberto Dimenstein.