Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 12/06/2023

No filme “Extraordinário”, o protagonista de 10 anos sofre preconceito constantemente por apresentar uma deformação facial, pois ele seria “diferente” das outras crianças da escola em que ele estuda. Assim como retratado na obra, atualmente, cerca de 25% da população brasileira vem sofrendo ataques preconceituosos por serem pessoas com deficiências (PCD), isso acontece pelo fato de a sociedade criar uma imagem de “pessoas ideais”, fazendo com que eles sofram descriminação. E também faz com quem eles sejam excluídos da vida social.

Constata-se, em primeira análise, que pessoas com deficiências, são estereotipadas, ou seja, foi criada uma visão pela sociedade brasileira onde as pessoas “normais” não tenham deficiências. Nessa perspectiva, segundo Émile Durkheim, sociólogo Francês, a sociedade tem o poder sobre as pessoas, isto é, ela pode facilmente criar uma imagem boa ou ruim sobre qualquer grupo de pessoas. Nesse infeliz contexto, o capacitismo ainda está bastante presente no Brasil e faz com quem cada vez mais Pcd’s sejam excluídos da sociedade.

Além disso, é bastante visível que pessoas com deficiências não consigam ter uma vida social normal, ou seja, não conseguem um emprego pelo fato de as empresas ainda não estarem preparadas para recebe-lôs em seu ambiente de trabalho. Segundo o Instituto brasileiro de geografia e estatística, apenas 34,3% dos trabalhadores com deficiência ocupam postos de trabalhos. Esses números reforçam cada mais a diferença com que essas pessoas são tratadas e por consequência da falta de trabalho, elas vivem as margens da sociedade brasileira.

Portanto, os desafios para o combate ao Capacitismo em questão no Brasil devem ser vencidos e para isso o governo brasileiro deve conscientizar a socidade brasileira, através de palestras, de discursos nos meios de comunicação, de criação de leis para englobar elas cada vez mais. Com isso acontecendo as pessoas com deficiências conseguiriam viver em paz e também seriam tratadas iguais as pessoas sem deficiências.