Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 02/07/2023

“Não há nada mais duro que a suavidade da indiferença”, essa afirmação atribuí-

da ao escritor equatoriano Juan Montalvo serve como um parelelo para a falte de caminhos para o enfrentamento do capacitismo no Brasil. Uma vez que, o precon-

ceito social para com as pessos deficiêntes- a exemplo de cadeirantes- gera julga-

mento sobre a capacidade desse grupo social realizar atividades que são realizadas pelas demais pessoas, e justamente por não se encaixarem nos padrões, esse gru- po minoritário, na visão social é subordinado á população. Desse modo, não só a falha educacional, como também a manipulação midiática aprofundam esse contexto hostil.

Sob esse viés analítico, é essencial analisar, á príncipio, que a falibilidade educativa

consolida o capacitismo. Isso ocorre, pois a escola que mantém um ensino tradicio-nalista, focado na formação de mão de pbra para o mecado de trabalho secundari-za a instrção social, acerca do respeito para com os diferentes grupos sociais. Uma vez que, com o ensino conteúdista que valoriza aulas teóricas e despreza aulas práticas e palestras educativas, a escola autoriza o preconceito para com pessoas com deficiência- física, intelectual ou sensorial. Essa realiidade ganha forças na afir-mação do filósofo Immanuel Kant para o qual “O indivíduo não é nada álem daqui- lo que a educação faz dele”. Visto que, não é possível abolir o preconceito sem ações eficazes , se a escola for negligênte, o aluno também será.

Álem disso, a manipulação midiática gera a falte de caminhos para o enfrenta-mento do capacitismo. Isso acontece, pois a mídia pautada em atividades que geram retorno financeiro, inviabilizam a importancia do enfrentamento do capacitis

mo ,