Desafios para o combate ao capacitismo em questão no Brasil

Enviada em 03/09/2024

A constituição federal de 1988, determina que toda a população brasileira tenha direito à dignidade e respeito independente de sua condição física e mental. Entretanto, infelizmente a realidade nacional apresenta o completo oposto do decretado na lei, uma vez que pessoas com deficiência ainda sofrem com constantes casos de violências e preconceitos. Nesse viés, torna-se fundamental o combate do capacitismo em questão no Brasil, um desafio esse impossibilitado pela alienação dos cidadãos e pela falta de políticas públicas eficazes.

Sobre essa analise, a desinteresse da população em não combater essa discriminação é um fato preocupante. Nesse sentido, segundo a filósofa Hannah Arendt, a indiferença da sociedade em não resolver sérios problemas podem resultar em graves chagas nacionais. Diante do exposto, a tese de Arendt pode ser comprovada no cenário brasileiro, quando a indiferença dos cidadãos em não exigir o fim do capacitismo, acaba contribuindo para a permanência da violência contra as pessoas com deficiências. Logo, é importantíssimo o enfrentamento do capacitamos no país, a fim de garantir que esses indivíduos possam ter uma dignidade e respeito independente de sua condição física e mental.

Ademais, a indiferença do governo federal em elaborar políticas públicas eficazes inviabiliza o combate desse problema. Desse modo, de acordo com o G1, pessoas com deficiência ainda enfrentam sérios desafios para sua inserção e permanência no mercado de trabalho e nas escolas. Com isso, apesar da atualidade brasileira existirem diversas leis que deveriam evitar tal discriminação, o capacitismo ainda é uma terrivel realidade para inúmeros cidadãos. Sobre esse contexto, ações ineficientes para enfrentar essa chaga contribui para a prolongação do cenário descrito pelo G1.

Portanto, é necessário o combate do capacitismo em questão no Brasil. Dessa maneira, é dever do ministério da educação, responsável por construir o senso crítico dos brasileiros, reformular a grade curricular nacional, por meio da inclusão de disciplinas que ensinem para os todos os alunos a gravidade que a descriminação físicas e verbais podem causar. Para que assim, o sistema educacional possa construir uma sociedade que exija o desta terrível pratica.