Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 18/10/2018
Socialização é preciso.
Segundo Zigmund Bauman, sociólogo polônes, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômica é características da " modernidade líquida’’ vivida no século XX. Os desafios para o tratamento de dependente químicos no Brasil, todavia, tal procedimento não é realizado de forma efetiva, dificultando a adequada reinserção do dependente na sociedade e, com isso, a execução de sua cidadania.
Mormente, é indubitável que as diversas mudanças físicas, emocionais e comportamentais que ocorrem em um dependente químico podem ser fatores impulsionadores do isolamento.
Outrossim, a falta de socialização e sociabilidade – princípios básicos de convívio coletivo de acordo com submetem o homem a angústias – financeiras, psicológicas, sociais – levando-o a recorrer às drogas como refúgio.
Diante disso, a sociedade ainda mantém um preconceito com os usuários, considerando-os patológicos e preferindo isolá-los. Consequentemente, não há tanto a consciência individual como o incentivo coletivo para que haja a procura de tratamento, o que impõe limites à efetividade desse mecanismo.
Portanto, o Governo deve, por meio de programas assistenciais como o já criado em 2018, destinar mais verbas para a área de saúde dos viciados, a fim de haja a construção e manutenção de centros de tratamento em todos os polos regionais do país. Ademais, é essencial que instituições sociais, como a Igreja – por meio de palestras – e ONGs – por intermédio de publicidades em revistas, jornais ou televisão – conscientizem a população acerca da importância de incentivar os dependentes a procurarem tratamento, para que, desse modo, tais pessoas possam ser reinseridas na sociedade.
Tendo em vista os argumentos supracitados, observa-se a necessidade de medidas que mitiguem os desafios do tratamento de dependentes químicos no Brasil. Portanto, o Governo deve, por meio de programas assistenciais como o já criado em 2018, destinar mais verbas para a área de saúde dos viciados, a fim de haja a construção e manutenção de centros de tratamento em todos os polos regionais do país. Ademais, é essencial que instituições sociais, como a Igreja – por meio de palestras – e ONGs – por intermédio de publicidades em revistas, jornais ou televisão – conscientizem a população acerca da importância de incentivar os dependentes a procurarem tratamento, para que, desse modo, tais pessoas possam ser reinseridas na sociedade.