Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 22/10/2018

Sabe-se que pequena parcela da sociedade tem o hábito de visitar locais para o tratamento de dependentes químicos, atualmente, no Brasil. Entretanto, existem fatores compreensíveis que permitem entender a ausência dos pacientes na clínica de auxílio aos dependentes, uma vez que falta fiscalização nas clínicas. A partir de tal constatação, verifica-se o aumento de pessoas que não conseguem livrar-se do vício. Com toda certeza, é preciso que as adversidades geradas pela ausência de consultas nas clínicas para o tratamento de dependentes químicos sejam explicadas; como também o que a falta de fiscalização pode acarretar; objetivando a reversão de tal realidade no Brasil.

Dentro dessa ótica, pode-se afirmar que grande parte da sociedade não conhece os problemas presentes na ausência de consultas. Observa-se, por meio do portal de notícias G1, que a falta de presença com um modelo de procedimento ineficaz traz a dependentes dificuldades para recuperar-se e isso facilita as recaídas. Deste modo, pode ser considerado como uma consequência da abstenção do Estado, uma vez que poucos conseguem vencer o vício. Também, poderá gerar, maior recusa a tratamentos futuros. Em suma, dificulta a reabilitação social e cria espaço para incidência de roubos, tendo em vista que muitos dependentes abandonam suas responsabilidades pelo vício.

É preciso destacar que, com poucos retornos de dependentes a clínica, torna-se evidente o abandono de fiscalização nos tratamentos de dependentes químicos, o que desencadeia um problema de saúde no Brasil. O Estado não realiza fiscalizações em clínicas para dependentes químicos e não existe pressão popular pela abstenção do governo, de tal modo, como escritor Luiz Gasparetto expõe a ideia de que tudo tem um começo e meio; o fim só existe para quem não consegue achar o recomeço. Em consequência, propicia-se a diminuição na expectativa de vida, com falta da fiscalização adequada para os dependentes químicos. Acresce que o Estado precisará prestar maiores auxílios, logo é necessário ações que objetivem o aumento da fiscalização em clínicas para tratamento de dependentes químicos e a pressão pública, pela procura das autoridades, é fundamental.

Portanto, para solucionar o problema, é necessário não só fiscalização das clínicas de reabilitação, como também incentivo e métodos eficazes para os dependentes, sendo fortes impulsionadores para vencer os desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil. É fundamental que o Estado atue por meio do Ministério da Saúde, com a realização de um programa nacional, com campanhas de divulgações com médicos em palestras televisionadas. Desse modo, disponibilizar profissionais preparados para explicar as consequências da dependência química e melhorar procedimentos de reabilitação. Tais ações têm a finalidade de melhorar o tratamento de dependentes no Brasil.