Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 24/10/2018

As drogas sejam ilícitas ou lícitas são substâncias que atuam no cérebro liberando dopamina, que dá a sensação de prazer, diminuindo assim as preocupações do indivíduo. Embora as drogas seja usadas como forma de fuga da realidade ela é passageira, e quando se passa o efeito, o indivíduo se vê dependente, retornando a uma realidade pior da que fugia.

Medidas de profilaxia são essenciais para diminuir o número de dependentes químicos. Com cotidianos mais atarefados, as pessoas querem chegar em casa e relaxar, porém muitas acabam usando drogas para isso. Sem métodos mais saudáveis, o número de viciados em bebidas alcoólicas, cigarros, maconha e entre outros acabam aumentando. Deste modo, medidas públicas oferecidas nos bairros como forma profilática se faz necessário.

Além disso, quando o dependente quer deixar as drogas encontra barreiras nessa decisão. O número de vagas disponíveis é inferior a quantidade de dependentes químicos que querem se tratar. E ao conseguirem vagas enfrentam problemas. A decisão de parar é o primeiro passo, mas aliado a isso, necessita-se de instituições qualificadas que tratem a dependente. Nelson Mandela já dizia que a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, assim deve-se utiliza-la para preparar e integrar os indivíduos na sociedade.

Fica evidente, portanto, que para tratar e evitar o aumento de dependentes químicos devê-se melhorar serviços oferecidos a comunidade. As prefeituras aliadas as universidades podem promover nos bairros gincanas, esportes e oficinas de artesanato, deste modo as pessoas tem a oportunidade de se desestressar por meios saudáveis. E também o Ministério do Trabalho junto ao Ministério da Saúde podem promover qualificações ao dependente químico para prepara-lo e integra-lo ao mercado de trabalho com acompanhamento psicológico, assim eles mudaram para uma realidade melhor que a anterior.