Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 30/10/2018
Segundo o artigo 7 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, instituída em 1948, todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Sob essa perspectiva, é importante discutirmos o uso do artigo sobre os desafios para a o tratamento de dependentes químicos no Brasil.
Em primeira análise, é importante destacar que a situação vivida pelos brasileiros atualmente é aterrorizante. Isso se evidencia, após pesquisas publicadas no site G1, relatarem que pelo menos 30% da população tem algum familiar que é dependente químico. Diante disso, é entristecedor para uma sociedade saber que tantas pessoas são vítimas das mazelas de um mal que perece não ter fim, por sempre persistir na vida dos brasileiros.
Somado a isso, o problema é agravado pela falta de profissionais capacitados aos tratamentos para esses dependentes. Cada vez mais, julgam que a prioridade é desintoxicar, tratar e auxiliar as vítimas para poderem voltar ao convívio social. Entretanto, não se preocupam que tratar a dependência química não é só curar os afeitos das drogas, mas sim reorganizar o indivíduo por completo, para que não haja preconceitos por parte da população.
Dessa forma, para que os indivíduos afetados sejam tratados sem distinção como sugere a DUDH, medidas são necessárias para amenizar esse impasse. É imprescindível, portanto, que o Ministério da Educação crie cursos de capacitação profissional, por meio de palestras humanizadas, para que os profissionais ofereçam o melhor tratamento para a ressocialização dos dependentes químicos. Espera-se, com isso, uma melhor reorganização social para as vítimas, evitando qualquer tipo de preconceitos.