Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 02/11/2018

Segundo o filósofo Sócrates, “se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença, em caso contrário abstém-te de o ajudar”, a dependência química é uma doença, está classificada entre os transtornos psiquiátricos, e cabe ao usuário querer se tratar.

Em princípio, o dependente pensa que tem o controle das drogas e busca nelas o prazer imediato, aumentando as doses da substância, quando percebe adquiriu a patologia da “adcção” assim nomeada pelo grupo de apoio aos vícios Narcóticos Anônimos.

No senso comum, existe a ideia de drogas mas leves e outras mais pesadas, no caso da maconha considerada menos agressiva, aumenta 310% o risco do usuário predisposto desenvolver esquizofrenia, doença incurável, de acordo o relato do psiquiatra Valentim Gentili Filho. Eventualmente, o uso dessas substâncias podem acarretar a insanidade mental, cadeia e até morte, recorrente a uma overdose.

O indivíduo que consome diariamente ou  esporadicamente, deve-se consultar com um psicólogo para saber o motivo emocional que o leva ao desejo de consumo, e conscientizar que a sua saúde esta sendo afetada, doenças como parada cardíaca que ocorre pelo uso da cocaína são comuns.

O governo deve tratar esses usuários como doentes, e investir em tratamentos psiquiátricos e de desintoxicação, restabelecendo usuários a sociedade, propagação de campanhas nos meios midiáticos é de extrema importância, alertando os riscos causados pelas drogas, além disso o cidadão pode evitar a causa da doença pela informação.