Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 09/05/2019

Entre 1839 a 1960, Grã-Bretanha e China travaram uma guerra, a batalha se inicia com a proibição da venda de ópio pelos ingleses nos portos da china. Porquanto, o ópio é uma droga que causa dependência em seus usuários, portanto, gerava grandes lucros para aquele país. Hodiernamente, o Brasil enfrente problemas no tratamento de dependentes químicos. Desse modo, fatores que dificultam esse problema não devem ser negligenciados.

Em primeira análise, cabe pontuar que há um déficit de profissionais para cuidar do cidadão que pretender por um fim ao uso de drogas. Comprava-se isso, por meio de uma pesquisa publicada no jornal eletrônico Nexo, analisou-se a demanda de profissionais que os centros de atendimentos necessitam, constatou-se que ocorre falta de médicos, psicólogos, psiquiatras e enfermeiros. Segundo o filósofo Platão, o importante não é viver, mas sim viver bem. Dessa forma, vê-se que para se concretizar isso, o dependente químico em seu tratamento, necessita de diferentes profissionais no decorrer da sua recuperação, pois cada fase dessa, é distinta da anterior e necessita de profissionais com diferentes focos.

Ademais, convém frisar que não a unidades de atendimentos suficientes em todo o país. O número de unidades dos Centros de Atenção Psicossocial- CAPS, é de apenas 345 em todo território brasileiro segundo dados da revista Veja. Essa organização é uma das mais importante no tratamento de dependentes químicos, somado a isso, a localização delas está sobretudo, nos grandes centros urbanos, dificultando o acesso para quem mora em regiões menores.De acordo o físico Albert Einstein, a maior missão do Estado é, a de proteger o indivíduo e de lhe oferecer a oportunidade de manifestar a sua personalidade criadora. Diante disso, faz necessário que o poder público promova ações públicas para oportunizar a saída do depende químico das drogas.

Em suma, medidas são necessárias para solucionar os entraves no tratamento de dependentes químicos. É imprescindível que o Estado, em parceria com o Ministério da Saúde, sintetizem propostas para a contratação de mais profissionais para atender nos CAPS, por meio de concursos públicos, lhes oferecendo ótimo salários e benefícios como incentivo, a fim de que o cidadão tenha um tratamento completo na sua recuperação. Além disso, o Governo deve propor políticas públicas para a construção de mais unidades de atendimentos, através do repasse de verbas, com o objetivo de facilitar o acesso da população a mais centros de atendimentos, visto que um dos problemas é a quantidade insuficientes em diversas regiões.