Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 17/05/2019
A demasiada busca por curas,sensações de prazer e fugas da realidade devido a complicações emocionais introduziu e apresentou ao homem ao universo das drogas que de maneira alarmante vem se dinamizando ao longo do tempo.No entanto a exposição a substâncias psicossomáticas acarreta respostas negativas ao indivíduo sejam elas físicas,comportamentais e até mesmo sociais.
Especialistas contemporâneos classificam as interações com drogas como indício a problemas de saúde pública e a mantém como ponto de partida para a sucessão de diversas doenças de acordo com a maneira como ela é administrada.Estes transtornos podem ocasionar desde contaminações por HIV,hepatite a fibrilação cardíaca levando o individuo a óbito por overdose.Segundo estudos divulgados no site “Medical News Today” comportamentos relacionados drogas podem gerar danos a longo prazo pois levam o comprometimento do Sistema Nervoso Central como a massa cinza e substância branca responsáveis pelo funcionamento e comunicação nervosa do órgão.
O acesso a tratamento contra a dependência química tem encontrado situações adversas no Brasil,sua demanda tem crescido substancialmente ,de acordo com dados da Unifesp o ano de 2018 registrou 8 milhões de dependentes.Uma das alternativas indicadas para resolução desse fator está a disponibilização pelo estado através do fragilizado SUS (Sistema Único de Saúde) de internações(voluntária ou compulsória) ,consultas ambulatoriais e terapias de maneira desigual e precária incapazes de suprir as necessidades apresentadas pelos usuários de drogas no decorrer do seu tratamento.
A Constituição Federal ampara tais circunstâncias sob o direito a assistência de saúde para a reabilitação social,cabendo ao governo assistir essa categoria de maneira assídua,destinando a ela os recursos necessários. Se faz crucial também a adoção de melhorias em políticas públicas que regem o controle efetivo de vendas ,entrada e circulação de substâncias ilícitas a fim de diminuir o potencial e a probabilidade de tais situações ocorrerem.