Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 25/05/2019

Segundo a historiografia atual, um dos maiores genocidas da história, Adolf Hitler, era usuário de drogas licitas, certamente o consumo destas substâncias influenciaram em suas decisões que ocasionaram a segunda guerra mundial. No Brasil, é evidente que a dependência química é um grande empecilho na sociedade. Mas, o que leva uma pessoa à dependência química? Quais os resultados deste impasse?

No Brasil, as constantes propagandas, que influenciam às pessoas ao consumo de bebias alcoólicas, são grandes vilãs, pois atacam uma população que não é conscientizada por políticas públicas que alertem os  sérios riscos que este tipo de droga trás. A partir daí, o excesso de consumo provoca a dependência.

É fato que, um dos maiores pontos habitados por dependentes químicos no país, a Cracolândia, constitui um exemplo de falta de medidas do governo que não cria políticas eficazes, não investe em educação e saúde. E dessa forma, perpetua-se o aumento de dependentes químicos à medida que, o estado governamental não age.

O filósofo iluminista, Jean-Jaques Rousseau, afirmava que o homem se torna escravo de seus vícios. Uma vez dependente químico, o indivíduo, pode apresentar transtornos psicológicos, violência e entrar na criminalidade, isso consequentemente prejudica toda a sociedade.

Contudo, a dependência química é fruto de fatores políticos e sociais que se tornam um grande problema e afeta toda a sociedade brasileira. Para inibir todo este entrave é necessário que o Ministério da Educação e Cultura, o Ministério da Saúde e o Ministério do Esporte se aliem para desenvolverem programas sociais que ajude psicologicamente os dependentes químicos, através da prática de esportes, interação com jogos de raciocínio lógico e oferecendo empregos. Pois, segundo Voltaire ‘‘O trabalho poupa-nos de três grandes males: tédio, vícios e necessidade’’.