Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 31/07/2019
As internações por abuso do uso de drogas ilícitas vem aumentando nos últimos anos no Brasil que destaca-se como o maior mercado consumidor de crack do mundo e de cocaína. Como exemplo encontra-se em São Paulo, a Cracolândia onde circulam esses tipos de drogas. Para facilitar esse processo na luta contra o vícios, tratamentos alternativos como a arteterapia pode contribuir para a saúde física e mental dos dependentes. A ausência de engajamento familiar, despreparo emocional e a falta de amparo das políticas públicas dificultam a recupeção dos usuários compulsivos.
Destarte, aqueles que conseguem agir racionalmente e anseiam melhores condições por meio da busca de tratamentos. Embora haja disponibilidade de centros de reabilitação espalhados pelo país, milhares de dependentes não desfrutam de algum desses nas proximidades. Os principios destacados para o tratamento se caracteriza por ele ser personalizado e existir um acesso fácil e rápido.
Diante disso é importante que a permanência no tratamento seja feita até o tempo adequado para cada paciente. Deve ser planejado longitudinalmente em diferentes estágios, precisando de diferentes cuidados. No entanto, o tratamento não precisa ser voluntário para ser eficaz.
De fato, as oficinas terapêuticas surgiram com alternativa, uma forma de ajudar os pacientes a superar a abstinência e substituindo o uso de medicamentos por atividades voltadas à habilidades manuais por meio da arte, atividades cognitivas para desenvolver o raciocínio, memória, concentração e atividades físicas. Portanto, deve-se atender todas as necessidades do paciente, como a reabilitação vocacional, obter aconselhamento pessoal, terapia, acompanhamento de medicamentos, promover atividades extracurriculares como prática de esportes e artes, com a finalidade de ganhar os jovens na briga contra as drogas por meio da educação.