Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 26/05/2019
Marginalização, doenças fatais, comportamentos impulsivos, mudanças de humor, etc. Esses são alguns problemas gerados pelo consumo abusivo das drogas e tudo isso em troca de um prazer momentâneo. A tentativa do governo de conter esse uso com a criminalização não tem se mostrado muito eficaz, dessa forma, cabe então partir para o “plano b”: tratamento clínico e cuidado àqueles que resolveram mudar de vida. Ademais, agora, os problemas só mudaram de rumo.
O sistema de encarceramento é cada vez mais utilizado em prol do combate ao tráfico de drogas nas favelas e é válido salientar que a maioria dos detentos caracterizam-se como jovens negros e pobres. E ainda assim, aquele que é absolvido, volta à mesma vida. Porém, há outras formas de combate. Tal qual, o tratamento_voluntário ou involuntário_ de dependentes, desse processo, cabe ao governo, unidades de saúde ou comunidades da região trabalha na reabilitação social do indivíduo. De grupos de apoio à clínicas de tratamento, para cada caso, um método de reconstrução.
Apesar de sabermos qual a solução e como praticá-la, é evidente que haverá obstáculos, tais como drogas de alto nível degenerativo, falta de força de vontade por ambas as partes, falta de compreensão e conhecimento da população e um dos piores, a ineficácia de investimento das verbas públicas para realização de terapias de reabilitação no Brasil.
Sendo assim, é evidente que o tratamento de dependentes químicos no Brasil necessita de uma atenção especial. portanto, é imprescindível que a comunidade estudantil esteja junto nessa causa, pois assim como o cigarro que ao longo do tempo ascendeu em sua presença, as demais drogas também podem seguir o mesmo caminho. E isso só vai ocorrer se ao invés de o indivíduo receber um convite para aliviar as tensões ele já esteja consciente e preparado para recusar a proposta. Afinal, segundo Paulo Freire, “A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. pessoas transformam o mundo”.