Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 27/05/2019
Desde o período indianista, houve um vício de substâncias como o tabaco encontrado no fumo e cigarro. Porém,esses vícios passou a ir para outras linhas,como o consumo da cachaça e um episódio famoso, foi o da “Revolta da cachaça”,acontecido em 1966 no Rio de janeiro, por conta do alto preço de impostos aos fabricantes, visto que não havia produção para venda, gerou um descontentamento da população pela sua falta.Entretanto essas dependência, traz consigo graves riscos para a saúde, como a cirrose, câncer e percas de memória recentes, assim como ocorreu com os românticos.
Os românticos da 2° Geração fizeram o uso excessivo de entorpecentes,bebidas e drogas e acabaram morrendo ainda jovem. No século XIX, essa geração ficou conhecida como mal do século, por conta de submeter as drogas,bebidas entre outras, por se sentirem melancólico, triste e isso servia para fugir da realidade. Logo, fica evidente que as pessoas passada necessitavam de tratamento e acompanhamentos psicológico, porém isso acontece em maior escala nos dias de hoje, mesmo em meio de leis e fiscalizações.
A Organizações das Nações Unidas(ONU), divulgou em dados em 2014 que cerca de 30 milhões de pessoas no Brasil é dependente de alguma droga. Por conseguinte, o governo com apoio da polícia federal devem agir com uma fiscalização de tráfico e também oferecer tratamentos gratuito aos já dependentes, estabelecendo um tempo adequado a cada pacientes, a qual será realizado desintoxicação, e para os ocuparem deve-se praticar atividades físicas e jogos que trabalham a mente.
Portanto, fica evidente que deve-se tomar medidas, com o apoio do governo, ONG’s, mídia e da sociedade, através de movimento e campanhas como o do “PROERD”, ao qual ensinavam os prejuízos das drogas e o que deveria fazer. A mídia serviria como um canal para que a sociedade entendesse como seria o projeto e para quê isso serviria,no qual seria para ensinar o mal que esse uso faz e como destrói a saúde e os riscos além da saúde, com isso as pessoas os ajudaria a deixar os vícios de lado, sendo que iria acontecer através de diálogos, jogos, atividades.