Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 16/08/2019

A dependência química, tornou-se um problema social e de saúde pública no país.Em maio de 2019, o Senado aprovou projeto para a internação compulsória de dependentes químicos, contudo há vários desafios para o funcionamento dessa lei, pois, apenas a internação compulsória, pode não funcionar, devido a necessidade de um ambiente fundamental para a integração do viciado. Será necessário que o Estado forneça o suporte indispensável ao viciado, que é de imensa importância para o tratamento.

Nessa conjuntura, é necessário destacar as principais relevâncias de se garantir aos dependentes o tratamento. Segundo o Instituto Nacional de Abuso sobre Drogas (NIDA) dos Estados Unidos, o tratamento dos viciados devem ser personalizados, pois os métodos variam para cada paciente.Também é essencial o fácil acesso ao tratamento, este qual pode ser fornecido pelo Estado, quanto a internação compulsória, em hospitais gerais e unidades de saúde.

Contudo, observam-se algumas pessoas contrarias à essa lei alegando  o tratamento forçado como prejudicial. Infelizmente esse pensamento é advento de exemplos de viciados que voltaram para o âmbito das drogas, pela falta de atividade complementares em locais de tratamento, para atender a necessidade da qual eles precisam. Como a necessidade de tratamentos de doenças mentais, caso seja preciso, assim, como o apoio para vocação profissional, pois, dependentes voltam a utilização da droga, por falta de empregos.

Dessa forma, é necessário que, para garantir a eficiência do projeto, o Estado forneça todo o apoio aos hospitais gerais e unidades de saúde, para que após 90 dias que a lei prevê de internação nesses locais, caso seja necessário, o médico deve mostrar um laudo mostrando que o dependente precisa ser transferido a alguma instituição.Complementarmente, é preciso que essas instituições forneçam o que é preciso e ajude-o na ressocialização do indivíduo.