Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 02/01/2020
O uso de bebidas fortes está presente desde a antiguidade, celebrando festas e aniversários. Ao longo dos anos, o consumo tornou-se mais recorrente entre as camadas mais altas da sociedade, então, criou-se a ideia de quem degustava bebidas ou charutos seriam refinados e, posteriormente, prestigiados.
Com a expansão da globalização, incentivou-se por meio de propagandas, a utilização de álcool. Porém, o uso recorrente de tal produto traz malefícios para a saúde do cidadão. De acordo com Freud, o consciente é apenas “a ponta de um grande iceberg”, refutando que tudo o que acontece no inconsciente tem sempre algo, por maior que seja, que a razão não explica. A dependência de drogas e álcool é algo que a maioria sabe que não é bom, porém não sabe sair da situação.
Na Praça da Sé, em São Paulo há um grande número de comunidades terapeuticas em situações anormais para se viver. De acordo com o G1.com, o prefeito impulsionou a construção de abrigos noturnos para que tenham lugares seguros onde se protegem da chuva e do frio. Embora, a revista Abril destaca que é complicado manter dependentes químicos, pois a demanda excede os custos de saúde e educação.
Dessa forma, portanto, o uso de drogas e álcool têm de ser regulamentados. O Ministério da Saúde em parceria com universidades de publicidade e propaganda devem promover consumo consciente de bebidas alcoolicas através de comerciais de TV visando as estatísticas recorrente em seu país. Ademais, a Vigilância Sanitária deve regulamentar vendas para uso acima de 18 anos mediante RG através de funcionários competentes para o cargo e proibir uso de drogas dentro do território nacional com utilização de penalidade como multa e detenção.