Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 02/04/2020
Álcool e outras drogas são conhecidas mundialmente pelos seus efeitos negativos para o usuário, físicos ou psicológicos, e, em alguns casos, para aqueles com quem convive, gerando problemas sociais. Com o aumento da população em regiões pobres, como favelas no Brasil, o consumo de tais substâncias aumenta e a esfera prejudicada cresce, tornando-se uma preocupação nacional. Mas isso significa que a preocupação se torna do governo e apenas dele?
De forma simplificada, a dependência química é um vício nocivo à saúde humana por substâncias como fumo, álcool e cocaína, e, como qualquer outro, difícil de ser eliminado pelo próprio viciado, que necessitará de tratamento adequado para determinada situação. É neste cenário em que entram as Organizações Não Governamentais (ONGs), que disponibilizarão acesso fácil e que atenderá às necessidades do indivíduo, forçando ou não o paciente a um tratamento.
Ao governo e a entidades como o Ministério da Saúde cabe a contratação de entidades para o tratamento de dependentes da mesma forma de ONGs, que os darão suporte até estarem curados de seus vícios, e a conscientização daqueles que ainda não estão sendo tratados nem desenvolveram uma dependência. É importante também que os dependentes químicos procurem ajuda terapêutica e a planeje conforme for avançando, compreendendo que é necessário certo tempo para finalizar, não devendo apressar o tratamento a fim de buscar os melhores resultados, e o uso de medicamentos caso sejam necessários.
A dependência química é um problema sério que deve ser lidado séria e rapidamente para que seus efeitos não cresçam e tragam maiores problemas ao nosso país, e com certeza as melhores medidas a serem tomadas para enfrentar os desafios para o tratamento de dependentes químicos é a abertura de centros terapêuticos e a criação de projetos de conscientização para a população e auxílio aos viciados, por agentes governamentais ou não.