Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 12/04/2020
Durante o século XX, com todo o movimento Hippie da época, houve aumento no consumo e incentivo ao uso de drogas como Cocaína, LSD, Heroína e Ecstasy. Hodiernamente no século XXI, a cada dia que se passa é crescente o número de pessoas dependentes químicas causando mudanças drásticas tanto no humor quanto comportamentais e na saúde do usuário, podendo levar o indivíduo a matar e roubar para manter os seus vícios.
É de maneira clara que percebemos o aumento de dependentes químicos no Brasil. Diante de toda essa clareza, a Organização Mudial de Saúde (OMS), realizou uma pesquisa costatando que na América Latina são cerca de 2,25 milhões de dependentes químicos. Com base nisso, a rede de tv SBT reportou um caso de um dependente de 17 anos, da cidade de São Paulo, que embora tenha feito arte de um clínica de reabilitação, não resistiu e voltou a viver nas ruas por conta de seu vício. Alguns motivos variados que levaram a esse e outros jovens a buscarem por essas drogas e entorpecentes podem ser por influência de amigos, problemas com ansiedade e estresse, curiosidade e até o facil acesso a essas substâncias.
Apesar do aumento na taxa de usufruidores de entorpecentes, foirelatado pelo site G1 que houve um aumento de praticamente 50% dos usuários estão interessados a largar a dependência. Todavia um fator empecilho que vem a prejudicar é a escassez de clínicas de reabilitação públicas e da falta de estrutura e condições sainitárias em maioria delas, que ao invés de ajudar o indivíduo a superar, apenas o induz a voltar as ruas sem expectativa e por conseguinte os afastando da família, sociedade e os deixando sem apoio por parte do governo.
De acordo com os fatos supracitados, como dizia Bill Gates (empresário conhecido por ter criado a Microsoft) : “O modo como você reúne, administra e usa a informação, determina se você vencerá ou perderá”. Com base nisso, o Ministério da Saúde tem como dever capacitar seus profissionais de saúde por meio de cursos gratuitos que visem aprimorar não somente médicos, mas também enfermeiros e psicólogos que ajudam no controle dos dependentes. Inclui-se também o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome que cabe a eles ampliar a sua assistência social por meio de construções de clínicas tanto terapêuticas como para tratamento a “limpeza” do indivíduo, com intuito de atender a demanda e tratar a todos.