Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 03/04/2020
Os desafios para tratamento de dependentes químicos vem sendo um assunto polêmico, pois muitos levam para o lado do preconceito.
Há exemplos de jogadores de futebol como Casagrande e Michael do Goiás que explicam como é difícil sair do mundo das drogas. Há problemas também devido ao vício e por não reconhecer que é uma doença que precisa ser curada.
Alguns desses desafios para o tratamento é a negação, isso é mais frequente em pessoas viciadas em álcool, pois acreditam que não é um vício, que isso só acontece com as pessoas que ingerem substâncias químicas mais fortes. Vergonha, pois muitos dependentes químicos não tem coragem de pedir ajuda de um profissional ou comentar sobre o assunto. Financeiro, em muitos casos o tratamento pode ser dificultado por condições financeiras, já que o mesmo depende de um local adequado com profissionais que auxiliem no tratamento e diminuam as chances de retornar ao vício.
O jogador Casagrande comenta que já foi viciado em diversas drogas como a cocaina e a maconha, isso fez com que ele fosse afastado de jogar, assinasse como dependente, e só conseguiu se livrar depois que aceitou que tinha um problema, ele comenta também que se ele não tiver um amigo para sair, ele sai com a psicóloga, pois caso se sinta sozinho ou caia na solidão é uma estrada rápida para um decaída. Michael, artilheiro do Goiás fala que se meteu no tráfico, fumava e roubava, disse que tentaram o matar seis vezes, e na sexta ele decidiu parar com tudo e buscou um caminho novo na sua religião, e decidiu parar com essa vida.
Contanto, devemos pedir para que seja feito, um possível investimento maior em clínicas de reabilitação, concientizar mais as pessoas sobre o efeito das drogas, mostrar que é uma doença e que se não for curada, pode trazer sequelas ou até a morte do indivíduo, fazer com que acabe com o preconceito, pois grande parte das pessoas acabam tendo vergonha de pedir ajuda por causa disso.