Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 11/04/2020
A quantidade de dependentes químicos no Brasil atinge um número alarmante tendo em vista os vultosos fluxos de substância ilícitas.Logo, o tratamento para usuários torna-se altamente requisitado e carece de máxima eficiência. Porém, há profusas barreiras que impedem o desenvolvimento adequado de tal intervenção médica, sendo impostas pelo próprio dependente ou por falhas sucedidas durante o processo.
Na maioria dos casos, a pessoa não escolhe aceitar aquela situação para que aja mudanças, assim como não imiscuir-se totalmente no processo.O filósofo Francis Bacon, em um de seus conceitos, afirma que o comportamento humano é contagioso “torna-se enraizado e frequente à medida em que se reproduz” o que pode ser observado no grande número de usuários de drogas no Brasil, em relação a questão da necessidade de tratamento dos dependentes tal procedimento não é realizado de forma efetiva, dificultando o combate em uma sociedade.
Os investimentos governamentais que se referem ao abuso de substâncias químicas estão focadas na punição como solução, tomando como base a política de “guerra às drogas”. Entretanto, tal preferência acarreta na insuficiência de verbas destinadas à esfera do tratamento, dificultando tanto os aspectos quantitativos como número de centros, profissionais, medicamentos, quanto os qualitativos como pesquisas científicas, qualidade estrutural de instituições para assistência , por exemplo, alcoólatras e usuários de crack, maconha e cocaína.
De acordo com o apresentado, tendo em vista a necessidade de medidas que diminuam os desafios do tratamento de dependentes químicos no Brasil. Com isso o Governo deve, por meio de programas assistenciais como o já criado em 2018, destinar mais verbas para a área de saúde dos viciados, a fim de que haja a construção e manutenção de centros de tratamento em todos os polos regionais do país, é essencial que instituições sociais, como a Igreja por meio de palestras e ONGs por meio de publicidades em revistas, jornais ou televisão conscientizem a população para buscarem tratamentos e podendo serem reinseridos na sociedade com um vida nova.