Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 03/04/2020
A negligência voltada aos dependentes químicos
No filme Eu, Christiane F., a garota de 13 anos se imersa no mundo das drogas e da prostituição, passando por muitos desafios por conta do vício e se colocando cada vez mais a beira da morte. Em contingencia disso, hodiernamente, a dependência dessas substancias é a terceira doença que mais mata no mundo. Os desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil remete a negligência estatal com o tratamento dos indivíduos e a falta de preparo na área dos especialistas.
Em primeiro plano, o uso de narcóticos prejudica na vida social e psicológica do indivíduo, tornando a reabilitação importante e necessária pra a resolução dos problemas acarretados por esse fato. Entretanto, o Brasil oferece 0,34% dos leitos necessários para os tratamentos dos indivíduos dependentes. O que é notório a negligência estatal com esses cidadãos brasileiros, assim possibilitando menos resultados positivos à reabilitação oferecida.
Em segundo caso, a falta de especialistas na área e de uma equipe mais habilitada a arcar com esse tipo de tratamento. O MS diz que 6% da população brasileira tem transtornos psicológicos graves decorrente do uso de drogas e álcool. Contudo, no Brasil, há apenas 11,5 mil leitos para 8 milhões de dependentes químicos. O que remete a falta de preparo na área dos especialistas e do país.
Em conclusão desses casos, é imprescindível que o Ministério da Saúde envie verbas para a construção de clinicas voltadas para a desintoxicação dos dependentes químicos. E, também, a uma entidade maior de profissionais especializados nesse tipo de caso. Assim, portanto, as clinicas poderiam aderir a um curso de procedimentos básicos a serem retratados nesses indivíduos na sociedade.