Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 04/04/2020
Segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, Lenad, O Brasil é segundo maior consumidor de cocaína e derivados, correspondendo com 20% do mercado mundial da droga. A tendência é aumentar o número de dependentes químicos no Brasil, assim sendo um tema governamental bastante discutido pela ausência de auxílio para ajudar pessoas que necessitam de tratamento.
Durante o período da guerra do Vietnã os soldados usavam drogas para criarem resistência nos campos de batalhas. Com a mesma concepção, atualmente grande quantidade de estudantes usa remédios que estimulam o sistema nervoso central, consequentemente aumentando o desempenho em testes escolares. Contudo tais remédios geram numerosos efeitos colaterais, assim nesse quadro passam a ter dependência química ou usarem drogas ilícitas como: metanfetamina.
De acordo com o levantamento da Universidade Federal de São Paulo, oito milhões de brasileiros são dependentes de cocaína, álcool ou maconha. A partir dessa concepção é indispensável os tratamentos e Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas ( Caps AD), para que o número de dependentes químicos não aumente e assim tendo controle da marginalização que ocorre por trás do tráfico de drogas para o uso recreativo existente no Brasil.
Portando, o Governo deve investir, incentivar a criação de mais centros de tratamentos de dependentes químicos e é de suma importância ressaltar o acompanhamento de grupos de autoajuda para ex-usuários. Seria eficaz centros educacionais frisar aos jovens sobre os perigos a saúde que uso de drogas ilícitas traz. Ademais, familiares de pessoas dependentes devem ser orientadas de como agir diante de certas situações caso ocorra problemas durante o período de tratamentos ou até mesmo após tratamento. Assim, futuramente a quantidade de pessoas dependentes será mínima e o Brasil consequentemente um país melhor desenvolvido.