Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil
Enviada em 23/06/2020
O filósofo Francis Bacon, em um de seus conceitos, afirma que o comportamento humano é contagioso torna-se enraizado e frequente à medida em que se reproduz, pode ser observado no grande número de usuários de drogas no Brasil. Durante o século XX, um dos diversos conflitos internacionais que obteve destaque foi a guerra do Vietnã, a qual fez o uso de drogas nos seus soldados para aumentar a resistência dos soldados nas batalhas. Já no século XXI, a cada dia que passa o número de dependentes químicos vem crescendo cada vez mais, podendo até levar essas pessoas a mata e roubar, para manter seus vícios, tornado-se um caso de saúde pública.
Diante disso, foi realizada uma pesquisa pela Organização Mundial de Saúde (OMS) constando que atualmente a América Latina possui cerca de 2,25 milhões de dependentes químicos, aumento aproximadamente de 12,5% nos últimos 3 anos. Dentre os principais fatores que levam essas pessoas a procurarem esse vício são a influência de amigos, a vida na sociedade, estresse, ansiedade, até o fácil acesso as essas substâncias.
No entanto uma pesquisa realizada pelo G1 indica que 50% das pessoas que são dependentes tem interesse em largar o vício. Porém um fator que vem acontecendo, é a falta de clínicas de reabilitação públicas e também as condições precárias de algumas delas. Ao invés de ajudar essas pessoas a superarem o vício, eles acabam voltando para as ruas e para o “mundo das drogas” totalmente sem expectativas de uma vida melhor e sem vícios.
Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas, em primeira estância o Ministério da Saúde, deve capacitar profissionais da saúde, por meio de cursos gratuitos, aprimorar médicos e psicólogos também no tratamento de dependentes químicos. Além disso o Ministério do desenvolvimento social deve ampliar sua assistência social, para a construção de mais clínicas de tratamento, com o intuito de atender mais pessoas com dependências as drogas.