Desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil

Enviada em 28/12/2020

Muito se tem discutico acerca dos desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil. Isso é evidenciado pela influência da mídia e pelos descasos com os usuários. Logo, é necessário alternativas para diminuir esses problemas para a efetiva harmonia.

É mister salientar - em primeiro plano - os conteúdos em exposição nas plataformas de “streaming”, como as séries “Elite” e “Areia movediça”. Constantemente, mostram adolescentes, no ensino médio, usando drogas, praticando atos sexuais e bebendo álcool em excesso. Atualmente, vários seriados e filmes apresentam essas cenas com normalidade, como sendo algo “descolado”. Por consequência, muitos jovens podem ser influenciados, por assistirem personagens da mesma idade se comportando - de forma  exagerada -  atos que não deveriam exercer nessa época.

Cabe mencionar - em segundo plano, os descasos ocorridos com os dependentes químicos. Muitas vezes o vício se origina devido a problemas familiares, crises financeiras, separações, por exemplo, a cantora Demi Lovato que teve uma adolescencia conturbada sofrendo bullying pela sua estética, e, hoje em dia, tenta melhorar a situação e criar uma família. Eventualmente, esses usuários são presos com o intuito de reduzir os casos, porém, pioram a situação deles, os deixando de lado, em vez de tratar com acompanhamentos psiquiátrcos e, assim, faze-los melhorar da doença.

É necessário, portanto, que o Ministério da Saúde, junto com a mídia, criem campanhas educativas e informativas, por meio de documentários, filmes, séries, propagandas televisivas, os problemas físicos e psicológicos que são causados e endereços e números de locias de centros de ajuda. Com o intuito para que a atenção da sociedade ao dependente seja voltada para reflexão sobre o próprio consumo, ao invés de encarceramento, e para que adolescentes tenham consciência da situação e tentem ajudar o próximo.