Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino

Enviada em 16/08/2025

O filme “Mulan” apresenta ao telespectador uma garota, a qual precisa se disfarçar de homem para ter o direito de defender o seu próprio país. Semelhante à personagem, o Brasil atual enfrenta os desafios para promover a equidade de gênero e o empodeiramento feminino. Esse problema advém da exclusão de mulheres de posições de poder e dos dogmas machistas, o que não só provoca a carência de leis que representem o interesse feminino, como também a ausência de mulheres com uma participação ativa da economia.

Nesse sentido, a exclusão das mulheres de cargos de poder é um desafio a ser enfrentado. Sob essa ótica, é possível citar a participação desigual delas na política, a qual representa menos de 15% do valor total, no entanto, elas correspondem a mais da metade da população brasileira. Consequentemente, com a sub-representatividade das mulheres na política os interesses masculinos irão sobrepor os interesses femininos, aumentando cada vez mais o abismo entre os direitos dos homens e das mulheres.

Ademais, os dogmas machistas impostos pela sociedade são um desafio a ser enfrentado. Nessa perspectiva, há o exemplo das tarefas domésticas tradicional-mente imposta às meninas em sua famílias, enquanto os meninos dificilmente obtêm qualquer responsabilidade. Dessa forma, com essas ideologias sendo inseridas nessas jovens elas sentirão que seu lugar é trabalhando em casa e não aptas a fazer o ensino superior ou trabalhar em alguma profissão qualificada.

Diante disso, cabe ao Governo Federal exigir a participação de mulheres nos partidos em maior número, por meio da criação de políticas públicas, a fim de diminuir a disparidade entre homens e mulheres. Além disso, é necessária a ação do Ministério da Cultura (órgão responsável por estimular a cultura brasileira) para incentivar as garotas a buscarem uma carreira profissional, através de campanhas com a finalidade de aumentar a participação da mulher no mercado de trabalho.