Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino
Enviada em 21/10/2025
A novela da Rede Globo, “êta mundo melhor”, retrata a hitória de Margarida, que sonha em ser escritora da radionovela, mas não consegue espaço por ser mulher. Semelhante a distopia, no mundo real existem desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino, um problema histórico que se estende para à atualidade com desigualdade salarial como consequência.
Em primeiro lugar, é necessário pontuar que a desigualdade de gênero é um fator problemático histórico. A história do Brasil foi marcada por desigualdade, principalmente de gênero, na qual a mulher não possuía nem um direito, um exemplo disso é, só os homens podiam se alistar no exécito, portanto que uma mulher chamada Maria Quitéria, em 1823 teve que se disfarçar de homem para entrar em combate, tornando-se uma heroína e criando um marco para o empoderamento feminino. Com isso, mostra como o mundo é preconceituoso com as mulheres desde da colonização portuguesa, inferiorizando-as e diminuindo o seu valor, seja em relação ao físico, emocional ou até em sua pretenção salarial.
Ademais, convém debater que a desigualdade salarial entre homens e mulheres. Sob este prisma, o Ministério das Mulheres públicou em seu site o 3º relatório de trasparência salarial, expondo que pessoas do sexo feminino ganham 20,9% a menos que os homens, muitas das vezes com o mesmo cargo. Diante dessa publicação, mostra que apesar de todas as revoluções que o mundo já teve, mesmo as mulheres provando que podem fazer as mesmas coisas que um homem, como Maria Quitéria prova, ainda não são valorizadas, principalmente em ambientes de trabalho, sem conseguir espaço, como Margarida.
Diante dos aspectos conflitantes, é dever do Governo Federal promover práticas públicas que garante a equidade de gênero. Uma forma de garantir isso seria promover as mesmas oportunidades de emprego como os mesmos salários para ambos os sexos, um modelo disso seria abrir concursos com a mesma quantidade de vagas e com a mesma pretenção salarial e os mesmos benefícios para os dos gêneros. Por meio disso, daria um bom exemplo para empresas privadas e para sociedade sobre igualdade de sexos e empoderamento feminino.