Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino

Enviada em 24/10/2025

A obra “Utopia” de Thomas More retrata uma sociedade perfeita, que o corpo social apresenta a ausência de conflitos. Logo, não é uma realidade do Brasil, os desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino representa grave problema. Nesse sentido, medidas devem ser tomadas para combater a negligência estatal e a omissão da mídia.

Diante desse cenário, a negligência estatal é um dos principais fatores que perpetuam os desafios da equidade de gênero e o empoderamento feminino. Constituição Federal de 1988 – Artigo 5º, inciso I - estabelece a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres no Brasil. Essa omissão perpetua barreiras históricas e limita oportunidades sociais, políticas e econômicas, reforçando estruturas de opressão e impedindo que a igualdade legal se concretize. Para que o empoderamento feminino seja real, é fundamental que o Estado atue proativamente, implementando ações efetivas que promovam a equidade e valorizem o protagonismo das mulheres.

Nesse sentido, a omissão da mídia é um fator significativo na equidade de gênero. A morte de Marielle Franco, em 2018, evidenciou a negligência midiática em abordar questões de gênero e direitos humanos. Embora a mídia tenha um papel crucial na formação da opinião pública, frequentemente ignora temas como desigualdade salarial e violência doméstica, perpetuando estereótipos e desinformação. Essa cobertura limitada contribui para a invisibilidade das conquistas femininas. Para promover o empoderamento feminino, é essencial que a mídia adote uma abordagem mais inclusiva e justa na representação das mulheres.

Portanto, deve ser implantado medidas para abolir esse conflito social. O Ministério dos Direitos Humanos - responsável pelos direitos do indivíduo - crie campanhas educativas nas redes sociais, por meio de palestras e materiais informativos, para conscientizar a população sobre o empoderamento feminino com a finalidade combater a desigualdade de gênero. Assim, o Brasil será cada dia estaremos mais próximos da realidade exposta por Thomas More.