Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino
Enviada em 23/10/2025
A Lei de Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023) preve que: mulheres e homens devem receber salários iguais para a mesma função. No entanto, um dos principais desafios na atualidade é promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino, causados principalmente pela negligência na questão da violência e a falta de representatividade feminina em cargos de liderança e espaços de poder.
Contudo, a negligência na questão da violência é um assunto que vem de gerações passadas. Segundo uma pesquisa da ONU Mulheres, atualmente, cerca de 3 bilhões de mulheres e meninas moram em países onde o estupro no casamento não é considerado crime, onde as mulheres acabam sendo oprimidas até mesmo pelo governo do próprio país, causando um problema grave para a saúde pública, não só para a saúde física, mas mental, sexual e reprodutiva das mulheres.
Além disso, outro fator que contribui para a desigualdade de gênero é a falta de representatividade feminina em cargos de liderança e espaços de poder. Muitas vezes, as mulheres são vistas como menos capazes de exercer funções de comando. De acordo com o Fórum Econômico Mundial (2023), no ritmo atual, a igualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho só será atingida em mais de 130 anos.
Dessa forma, é evidente que, apesar dos avanços legais, como a Leis, ainda há um longo caminho para chegar a verdadeira igualdade entre os homens e as mulheres. Para que isso aconteça, é necessário que o Estado implemente políticas públicas voltadas à proteção feminina, que incluam campanhas educativas, fiscalização rigorosa das empresas e punições para práticas discriminatórias, além da sociedade promover o respeito e a valorização das mulheres em todos os quesitos.