Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino

Enviada em 05/11/2025

A desigualdade de gênero está presente na sociedade contemporânea ainda de forma considerável mediante ao nosso próprio passado. De acordo com o relatório “Progresso das Mulheres” da ONU Mulheres, cerca de 3 bilhões de mulheres atualmente nasceram e cresceram em países cujo o estupro cometido pelos próprios companheiros não necessáriamente é criminoso. Também é relatado no progresso que as mulheres são legalmente obrigadas a obedecerem seus maridos em 19 países.

Em primeira análise, a misoginia, depois de um grande declínio do machismo há alguns anos atrás, tem retornado de forma considerável principalmente nos jovens, de acordo com a matéria do G1 sobre estudos da UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Um dos fatores imprecindivéis para esta situação é a tradição do machismo que assolou e ainda assola muitas mulheres que cotidianamente lutam por direitos de equidade de gênero, sejam direitos trabalhistas ou até mesmo de liberdade de escolha.

Em segunda análise, a preocupação do governo brasileiro não é notória quanto ao crescente aumento de casos de machismo, é ainda mais evidente o descaso com mulheres periféricas e negras, que são diariamente tratadas com invisibilidade e má conduta governamental quando buscam suporte nessa situação. Em contra partida, o movimento feminista tem crescido e trazendo resultados consideráveis, mesmo que lentamente, como por exemplo a ativista Malala, do Paquistão, que consquistou para seu país o direito de estudo para mulheres, além de receber um Nobel de paz.

Nesse sentido, urge que o Estado, por meio do envio de recursos ao Ministério das Mulheres, promova a equidade trabalhista, social e democrata legalmente para as mulheres, através de projetos de leis. Além disso, realizar campanhas pelas de mídias sociais e palestras em instituições de ensino para que a tradição do machismo não seja fluída na população. Vale frisar também a importância das ONG’s, projetos de saúde mental e leis destinadas à segurança das mulheres vítimas do sexismo. Dessa forma, o Brasil poderia superar os desafios para promover equidade de gênero e o empoderamento feminino.